sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Tudo que tenho de fazer é Sonhar - Eddie Silva

Como o autor bem gosta de destacar, este livro foi escrito em dispositivos móveis, mas isto não é importante em si, apenas para quem viveu no boom dos smartphones, posso dizer que até tive uma certa inveja, pois também fui adepto a produzir conteúdos por meio do smartphone, algo comum neste blog em seus anos iniciais.

"Tudo que tenho de fazer é Sonhar" foi escrito pelo brasileiro Eddie Silva que vive nos EUA, conheci o livro quando estava lançando meus contos na Amazon e o Eddie me enviou uma prova do livro antes de lançá-lo na Amazon, mas terminei de ler depois dele ser lançado, mas vamos lá.

Assim como disse na minha pequena resenha na Amazon, ler este livro é como viver ou ver um filme dos anos 80, um clássico da Sessão da Tarde, lógico que com um toque de cidade do interior do Brasil, algo bem aconchegante, pessoas conhecidas, uma vida pacata.

Não vou detalhar nada do livro, até por quê acho que o livro deve ser conhecido em sua leitura, mas vou fazer um CTRL + C e CTRL + V da descrição do livro:

O livro conta a história de Léo, um garoto do interior que acaba de entrar na adolescência. Leva uma vida monótona na cidade interiorana de Fronteira do Sul, no início dos anos oitenta. Passou as férias de verão nadando num rio a alguns quilômetros de sua casa. Na véspera do retorno às aulas ele é abordado por uma gangue de baderneiros que querem agredi-lo por simples diversão. De repente, aparece um garoto enigmático acompanhado de um cachorro beagle e empunhando uma laranja. Esse será o início de uma longa e sólida amizade.
São tantos detalhes que gostaria de comentar, que teria até medo de soltar spoiler, mas a questão é que vemos a mais pura realidade do conceito de amizade, como surge uma amizade, como a amizade cresce e se torna eterna apesar dos anos.

Sobre ser um clássico dos anos 80 em pleno 2016, podemos fazer nosso check-list para confirmar:
  • paixão juvenil;
  • cumplicidade;
  • amizade;
  • animais;
  • música;
  • confusão;
  • toques de tristeza;
Sim, sim, e sim, temos tudo isso sem ser clichê, o livro consegue trazer tudo isso de forma natural, as vezes até me pergunto se o Eddie não está contando a história da vida dele. É tão linda que se não foi da vida dele, esta estória poderia ter sido de qualquer pessoa, talvez quem leia queira ter vivido uma parte daquela estória.

Faça-me o favor de ler logo este livro!

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