segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Dando uma parada

Olá pessoal, estou na reta final do TCC e da faculdade, o tempo está bastante corrido e ultimamente está complicado ler coisas que não girem em torno da minha pesquisa, tanto é que estou a dois meses tentando terminar de ler o primeiro volume de Dom Quixote, leitura que só acontece na espera da fisioterapia.

Torço para voltar em breve, os posts programados acabaram, ou seja, provavelmente novos posts apenas depois de outubro.

Espero que entendam, assim que puder escrever algo vou programar tudo direitinho.

Até mais, e boas leituras.

sábado, 19 de setembro de 2015

Chef (Chef, 2014)

Na busca de talvez encontrar a temporada anterior do Masterchef na Netflix, eis que encontro este filme, mas o que esperar dele? Comida? Sim! Só que junto com a comida, podemos adicionar treta nas redes sociais, onde a coisa fica mais temperada (tu-dum-tsss).

Jon Favreau faz o papel de um chef chamado Carl Casper que trabalha num restaurante comum, e após receber uma crítica negativa de um blogueiro,  resolve que deve arriscar mais no seu cardápio assim como era no início de sua carreira, só que seu chefe não aceitará isto de forma positiva, a coisa toda leva ele a se tornar desempregado e virar um meme na internet.

Só isso? Não, vamos acrescentar problemas familiares, como por exemplo: ex-mulher e ser um pai ausente.

A estória realmente começa a ficar legal, quando surge seu Food Truck, El Jefe, algo que não era uma ideia nova, mas pouco aceita por ele, e nisso, a relação pai e filho começa a se desenvolver, dar a volta por cima de um carreira manchada, e ser novamente um sucesso nas redes sociais, tudo isso na estrada.

Tirando a comida, as redes sociais, e otras cositas, temos um belo filme que mostra a reconstrução da relação entre pai e filho. Chef é um filme engraçado, que possui drama na medida certa, e pode render algumas horas de diversão

Assistido: na Netflix

sábado, 5 de setembro de 2015

Apenas Uma Vez (Once, 2006)

Esse filme me perseguiu por muito tempo no Netflix, até que a sinopse me fez colocá-lo na minha lista e eis que tenho uma surpresa logo de começo, o ator principal é um cantor que eu já tinha ouvido umas músicas dele e nunca tinha prestado atenção.

Em Apenas Uma Vez, temos duas pessoas que gostam de música, se encontram ao acaso e tudo lhes levam a desenvolver sua paixão, pela música.

Achei incrível algumas coisas, o filme tem um quê de amador, baixo orçamento, a estória não é tão legal, é bem diferente do que estamos acostumados com romances, só que já saiu em DVD aqui no Brasil, e se segurem, foi sucesso de bilheteria nos Estados Unidos, a música Falling Slowly ganhou o Oscar e foi indicada ao Emmy. É muita coisa pra alguma coisa tão simples!!!

Se não deixei claro, o filme é praticamente um musical, o casal compõe e grava várias músicas, mas não se engane, não é chato, as músicas se encaixam na estória e valem ser ouvidas, e este musical se destaca muito pela qualidade das músicas, que são cantadas por eles. E gente, Glen Hansard canta muito, conheci a voz da Markéta Irglová que é maravilhosa, aí você soma tudo isso, bate no liquidificador e joga por cima da Irlanda, vou nem falar mais nada, tem no Netflix e você tem de assistir rapidinho por quê o filme é curto.

Assistido: na Netflix
IMDb

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Doctor Who: Mortalha da Lamentação - Tommy Donbavand

Para mim Mortalha da Lamentação foi um dos livros mais bem desenvolvidos na questão sobre relatar personagens já conhecidos da série de Doctor Who, Tommy fez um excelente trabalho reproduzindo trejeitos, falas e ações do décimo primeiro Doutor, são idênticos aos do personagem na série de TV.

Mas não basta reproduzir, tem que saber fazer, né? E sobre isso, com certeza tivemos um ótimo desenvolvimento da estória, acompanhamos o Doutor e a Clara saindo de uma aventura e embarcando em outra, mas rapidinho mesmo, como sempre a TARDIS dá uma de doida e a estória começa com eles chegando no dia em que Kennedy é assassinado.

O assassinato em si é uma parte principal para o enredo acontecer, pois vamos descobrindo que esse acontecimento meio que dá brechas para o aparecimento de rostos de pessoas que já morreram, mas como? O livro responderá daquela forma bem científica que Doctor Who explica tudo.

Passaremos por diversas emoções ao ler o livro, e humor é uma marca registrada deste Doutor, não poderia ser diferente, teremos PALHAÇOS na estória!!! (#sorrynotsorry pelo spoiler). Além disso, teremos mais alguns personagens que se envolverão com o Doutor, ambos muito inteligentes e engraçados, e que terão que lutar contra as Mortalhas, sim os rostos que saem perturbando as pessoas são chamados de Mortalhas.

Ao terminar o livro quis que o mesmo fosse transformado em episódio, algo que caberia na segunda parte da sétima temporada, o finalzinho do livro é bastante emocionante, e com certeza, aqueles que tem algum pequeno conhecimento de outros companions e outros Doutores, sentirão a lágrima chegando no olho.

Do wee ooo, vamos ler!!!

Citação favorita:
Nunca tenha uma Equipe B - disse o Doutor, muito sério. - É como um Plano B, sempre a pior alternativa. Enquanto o Plano C e, por extensão, a Equipe C, normalmente é resultado de ideias novas.
Nota: 5 estrelas