segunda-feira, 9 de setembro de 2013

E eu tentei ler Augusto Cury novamente..

Tentei e tentei por vezes ler Augusto Cury, já tinha os dois primeiros volumes da série O Vendedor de Sonhos desde 2010, em 2012 fui obrigado a ler O Futuro da Humanidade na faculdade, e esse ano graças ao TBR Jar de Agosto me obriguei a ler um dos livros antigos que tenho dele.

Comprei pela primeira vez por indicação; procrastinei por anos; e me arrastei por quase um mês para passar da página 100; hoje oficialmente desisti de ler o livro ao chegar à página 137.

Deixa eu explicar..

Como já falei, tentei ler O Futuro da Humanidade, e quase cheguei ao fim do livro, o que me dá uma certa autoridade de perceber que existe uma fórmula nas estórias que li, lhe apresento aqui: [SPOILER] "mendigo/cara pobre e desconhecido é muito cheio das ideias" + "alguém passa por uma situação complicada e acha interessante buscar alguma informação do desconhecido que fala pelos cotovelos" + "os nomes dos personagens são de pessoas conhecidas na história humana" + "o mundo pode ser melhor se você agir diferente que todos" + "o mundo é estranho" + "frases de efeito" = livro de Augusto Cury. [/SPOILER]


As estórias são muito estranhas, o autor cria um universo estranhamente impossível, inimaginável. O quê de autoajuda fala mais alto que a estória em si, situações quaisquer surgem para que um personagem dê um sermão de como tudo está errado.


Se você tem paciência de ler os livros do Augusto Cury, ok, mas sinceramente, não são livros que eu tentarei ler novamente tão breve.

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