sexta-feira, 19 de julho de 2013

O Restaurante no Fim do Universo - Douglas Adams


Depois de dois anos continuo a saga de O Guia do Mochileiro das Galáxias, meu relacionamento com o primeiro livro foi mais de ódio do que de amor, eu realmente não conseguia entender qual era a do Douglas Adams.

Mas em O Restaurante no Fim do Universo as coisa mudaram, no passado reclamei muito dos nomes complicados, e hoje estou bastante mente aberta quanto a este assunto, vide eu aprender a falar e escrever Raxacoricofallapatorius (Doctor Who também ensina).

Neste livro a turma ainda continua sua viagem louca à procura da resposta para tudo no universo, sendo que logicamente estão fugindo do perigo, mais coisas loucas acontecem (por que, né? sempre vai ter) e eles acabam indo parar num restaurante que realmente está no fim do universo, onde a própria comida se oferece (eu me assustei um pouco com isso), o humor de Douglas Adams é meio pesado, tenho que admitir, chega a ser estranho, mas no final das contas é engraçado.

Mesmo depois de um hiato de 2 anos não fiquei perdido ao retomar a saga, visto que o livro dá uma breve recapitulada do que aconteceu de mais importante no livro anterior.

Pensei que muita coisa iria acontecer no tal restaurante no fim do universo, mas o restaurante só irá aparecer praticamente no fim do livro e não vai ser nada mais que uma parada breve dos aventureiros (mochileiros), depois disso o livro continua para o fim de uma estória meio entediante, depois de vários pulos via espaço-tempo dois dos quatro personagens principais acabam chegando a um planeta que está começando sua história e temos mais um pouco de enrolação até que chegamos ao final do livro e esperamos uma continuação.

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Entendam, não que eu não tenha gostado do livro, mas a saga é uma coisa meio sem lógica, no meu Skoob cheguei a dar 3 estrelas de 5, então ele quase passou no meu conceito, mas ainda existem mais 3 livros desta saga, espero que eles sejam melhores do que os dois primeiros e que a estória consiga se desenvolver com lógica e não simplesmente: "estou sem inspiração, vou mudar totalmente a cena e a situação dos personagens".

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